top of page
Image by Mitch Harris
Corpo Santo_Horizontal Fundo Claro.png

20 anos de movimento e pesquisa

Nascida em 2006 como Cia. Corpo Santo, celebramos duas décadas de teatro experimental focado no ator-criador. Em 2026, um novo nome; Corpo Santo Teatro, mas a essência permanece intacta: criar espetáculos com linguagens únicas que provoquem o público e levantem reflexões sobre a contemporaneidade.

Ingrid de Amores
Logotipo Para as Prostituras.png
ING_5737.jpg

PARA AS PROSTITUTAS DA MINHA INFÂNCIA – As cartas que nunca escrevi, nasce de uma pesquisa continuada desenvolvida ao longo de mais de vinte anos de trajetória artística de Douglas Chaves e da Corpo Santo Teatro, dedicada às relações entre memória, autoficção, documento e presença cênica. O projeto teve início a partir da escrita do livro homônimo e, durante seu próprio processo de criação, revelou a necessidade de transbordar para o teatro, fazendo da cena uma extensão da literatura e da literatura um vestígio da cena. Mais do que uma adaptação, trata-se de uma obra concebida para existir entre linguagens, em que livro e espetáculo se completam. O processo reúne investigação dramatúrgica, pesquisa documental, relatos autobiográficos e procedimentos de criação com o público, consolidando uma linguagem autoral que celebra os vinte anos de pesquisa da companhia e reafirma o teatro como espaço de encontro, escuta e partilha.

Direção de Bruno Cardoso | Supervisão de Luis Binotti.

Criação e atuação: Douglas Chaves

Dramaturgia: Douglas Chaves e Luis Binotti

Direção: Bruno Cardoso

Projeto de luz e som: Douglas Chaves

Supervisão dramatúrgica: Luis Binotti

Cenografia: Douglas Chaves e Luis Binotti

Identidade visual: Bruno Cardoso

Produção: Luis Binotti

Realização: Corpo Santo Teatro

Image by Mitch Harris

Há memórias que nos visitam como fantasmas delicados — não pedem licença, apenas se instalam. Neste livro, a infância não é território de inocência, mas de descobertas silenciosas, desejos inomináveis e segredos guardados entre portas entreabertas e luzes de néon. O autor vasculha a criança que foi com respeito absoluto ao olhar daquele menino, sem ironia, sem julgamento, acolhendo do alto — com a consciência do adulto — cada acontecimento vivido em um contexto incomum para uma criança, mas que precisa ser visto para além da moral apressada e dos rótulos fáceis.

ING_5416.jpg

Ficha Técnica

Douglas.jpg

Criação e atuação

Douglas Chaves

Natural de Jales (SP), iniciou sua trajetória artística no começo dos anos 2000. Formado em Teatro pelo Conservatório Carlos Gomes e em Letras pela UNIP, consolidou-se como ator, diretor e dramaturgo.

Saiba mais

  • Instagram
  • Amazon
  • Dribbble
Luis.jpg

Supervisão dramatúrgica

Luis Binotti

Iniciou sua trajetória no teatro em 2005, consolidando ao longo dos anos uma atuação comprometida com a pesquisa, a criação e a reflexão crítica sobre a cena contemporânea.

 

Saiba mais

  • Instagram
  • Amazon
Bruno.jpg

Direção

Bruno Cardoso

Formado em atuação pelo Conservatório Carlos Gomes, desenvolve um trabalho autoral que busca em cada ator suas próprias histórias, criando universos imersivos onde o público se torna parte integrante da experiência teatral.

Saiba mais

  • Instagram
  • Amazon
  • Dribbble
bottom of page